sábado, 16 de outubro de 2010

Mensagem aos meus Alunos e minhas Alunas do CEF 104 Norte!!!

Queridos Alunos e Queridas Alunas!

Nossas vidas seguirão mudando!!

Crianças e Adolescentes!!

Fiquei muito feliz em tê-los como meus alunos e minhas alunas. Acreditem!!!

Vocês são pessoas maravilhosas. Nossos contatos foram os melhores possíveis!

Acreditem em suas forças!!! Sigam em frente e com muita coragem e determinação vencerão todas as dificuldades. Sejam firmes em seus propósitos, assim tudo serão fáceis em suas vidas! Procurem sempre o melhor caminho! Pois o verdadeiro caminho é, notadamente o caminho do bem, da LICITUDE.

Vocês conseguirão vencer, mesmo com todos os obstáculos que poderão surgir frente à vocês. Tenho certeza de que ultrapassarão com muita facilidade! Acreditem!

Lembrem-se!!! Utilizem a Técnica da Conversa Consigo Mesmo!! É muito importante.

Pensem antes de produzir palavras que poderão ofender a terceiros.

Nunca reclamem pelas dificuldades e os momentos difíceis pelos quais irão passar! Saibam tirar proveito desses momentos! Não se deixem abater!

Firmemente sigam em frente! Vocês irão se surpreender utilizando essa técnica!

Crianças e Adolescentes de A a Z do CEF 104 Norte, muito obrigado por tudo!!

Amo vocês!!

Beijos

Professor Rubens Oliveira

sábado, 2 de outubro de 2010

Presidente do TSE conversa sobre eleições com alunos do ensino fundamental


O professor de Ética e Cidadania Rubens Oliveira disse que

Futuros eleitores

Alunos da 5ª série do ensino fundamental comentaram a visita do ministro:

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Ficha limpa e Lançamento da Cartilha do Eleitor

29/09/2010 11h09 - Atualizado em 29/09/2010 14h39

Presidente do TSE diz acreditar que Supremo arquivará recurso de Roriz

Arquivamento afeta decisão sobre validade da Lei da Ficha Limpa.
Ministro defendeu ainda discussão sobre dois documentos para votar.

Fábio Tito Do G1, em Brasília

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
ministro Ricardo Lewandowski (Foto: Fábio Tito/G1)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, afirmou na manhã desta quarta-feira (29) que o recurso referente à Lei da Ficha Limpa no caso do ex-candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) será provavelmente arquivado pelo Supremo Tribunal Federal.

"Como houve desistência do recurso, muito provavelmente o recurso tenha perdido o objeto. Mas vamos discutir todas as consequências no plenário", disse. A discussão será retomada nesta tarde no STF. Se o recurso for arquivado, uma das hipóteses para o Supremo decidir sobre a validade do ficha limpa é julgar o recurso de outro candidato.

Para Lewandowski, em razão do empate no julgamento da semana passada no STF, deveria prevalecer o que o TSE decidiu. "A meu ver, meu entendimento, diante do empate de 5 a 5, prevalece a decisão do TSE. Ou seja, aqueles que não têm a ficha limpa continuarão com seu registro indeferido. E se essa posição perdurar até o dia 17 de dezembro, que é a data da diplomação, eles não tomarão posse porque não terão diploma", defendeu.

Joaquim Roriz renunciou à candidatura ao governo do DF após o impasse do STF ao julgar seu recurso. Depois de dois dias de discussões, o tribunal não conseguiu chegar a uma conclusão porque havia empate entre os ministros. No dia seguinte à suspensão do julgamento por tempo indeterminado, Roriz renunciou e anunciou que a mulher dele, Weslian, concorreria em seu lugar.

No caso do recurso de Roriz, cinco ministros defenderam a aplicação da ficha limpa para as eleições deste ano e cinco consideraram que a lei só é válida para o pleito de 2012.

Documento para votar

Lewandowski também falou nesta manhã sobre ação ajuizada pelo do PT no Supremo Tribunal Federal que pede a suspensão a exigência de dois documentos nas eleições do dia três de outubro. Atualmente é preciso levar título de eleitor e documento com foto para votar. "Em tese é cabível, sem dúvida nenhuma. Porque o que vai se discutir é, em primeiro lugar, o direito fundamental garantido na Constituição de se votar. A discussão será saber se é possível impedir o eleitor de votar pela falta de um desses dois documentos", afirmou o presidente do TSE, que é também ministro do STF.

"Cito dois estados em que a situação é preocupante, por exemplo, Alagoas e Pernambuco, onde várias cidades foram destruídas pelas inundações e nós temos cerca de 300 mil eleitores que estavam até recentemente sem documentos", disse. Segundo ele, foi feita uma intensa campanha para emissão de novos títulos eleitorais nesses estados, mas ainda há problemas.

"Talvez [o STF] dê o entendimento temperando um poquinho o rigor desta lei, eu não posso adiantar nada. Os dois documentos são exigidos pela lei, e nós como juízes temos que cumprir a lei. É claro que existirão situações excepcionais que serão decididas pelo mesário com o auxílio dos juizes eleitorais."

Lewandowski cartilha eleitor
Estudantes de uma escola pública de Brasília
fizeram perguntas ao ministro Lewandowski
(Foto: Fábio Tito/G1)

Cartilha

Lewandowski participou nesta quarta da entrega de cartilhas do eleitor a alunos da Escola Classe da 104 Norte, em Brasília. Os impressos explicam o processo eleitoral e a importância do voto de forma didática para crianças e adolescentes, e já estão sendo distribuídos em todas as escolas de ensino público do DF.

Durante o evento, o ministro se reuniu com 30 alunos dos 5º e 6º anos e respondeu a perguntas feitas por eles. Os questionamentos envolveram temas polêmicos como ficha limpa e a substituição da candidatura de Joaquim Roriz por Weslian Roriz (ambos do PSC) no governo do DF. "Mesmo se tratando de sua própria esposa, a substituição é permitida pela Constituição", afirmou. Mas segundo ele, a legislação eleitoral vai decidir sobre todas as substituições de última hora.

A cartilha do eleitor está sendo disponibilizada em duas edições da revista em quadrinhos chamada Família Brasil, uma para o público de até 14 anos, e outra, voltada para leitores de 15 a 17 anos. Segundo o TSE, a distribuição das cartilhas até esta terça (28) já havia atingido 80% das escolas públicas do DF, inclusive na zona rural.

Estudantes cartilha eleitor
Renan de Araújo mostra a cartilha do eleitor. Yesus
Cristian fez pergunta sobre corrupção ao presidente
do TSE (Foto: Fábio Tito/G1)

Além das revistas, as instituições recebem também exemplares de um "manual do professor", que sugere atividades para orientar a apresentação dos temas das revistas aos estudantes. O ponto principal das cartilhas é a exigência da apresentação do título do eleitor acompanhado de um documento de identificação para que seja possível votar este ano.

Na última sexta-feira (24), o diretório nacional do PT enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade questionando a exigência dos dois documentos no dia 3 de outubro - o que não ocorria em eleições anteriores.

Além desse assunto, os impressos também abordam temas como o incentivo à participação do idoso, a idade mínima para votar, explicações sobre o voto em trânsito e horário de votação.

A Justiça Eleitoral providenciou a impressão de 190 mil exemplares. Destes, 90 mil são direcionados aos leitores de até 14 anos e os outros 100 mil aos que têm de 15 a 17 anos. Uma versão eletrônica das cartilhas e do manual do professor também está disponível no site do TSE.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O Profeta da Leitura


Fomos agraciados com a visita do ilustre professor e Poeta Roraima!
Suas apresentações são dinâmicas e envolventes. Os estudantes sentem-se à vontade e identificam-se, em sua exposição, com as diversas formas de relacionamento na comunidade escolar e em suas casas.

O poeta traz uma mensagem de conforto interior onde alunos se reconhecem, descobrem as diversas formas de manifestações que prejudicam o bom relacionamento e a aprendizagem escolar. Não há dúvidas de que as atitudes não condizentes ou vícios na forma de agir são caracterizados no decorrer da exposição. Vê-se notadamente que muitos estudantes passam a modificar comportamentos que outrora era bastante comum em suas relações diárias.


Para ler mais clique aqui (Matéria publicada no Caderno Eu estudande, do Correio Brazilieense em 25/06/2009).


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Roraima Alves da Costa peregrina pel a s escolas do país ensinando os prazeres da leitura

O poeta intinerante já fez palestras para mais de 28 milhões de pessoas e já tem mais de 3 milhões de quilômetros rodados pelo país. Não possui residência fixa porque está sempre viajando, se hospedando em casa de amigos ou hotéis. Roraima Alves da Costa nasceu em Boa Vista (RO) e resolveu juntar a vocação de ser poeta com a vontade de ensinar o jovem a ser bom aluno.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Visita guiada ao TSE

Nossos alunos tiveram uma grande oportunidade de participar da Inauguração do Espaço da Urna do TSE. Com visita guiada pela Denise Baiocchi do TSE e pelo professor de Ética e Cidadania Rubens Eurípedes, eles viram vídeo educativo, conheceram as urnas que antecederam a atual urna eletrônica, participaram de votação simulada, conheceram a trajetória das eleições entre outras atividades educativas e interativas.


Confira o vídeo aqui

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Estudantes conhecem a história das eleições durante visita a exposição no TSE


25 de agosto de 2010 - 18h34

Estudantes conhecem a história das eleições durante visita a exposição no TSE

“Se todo mundo conseguir pensar um pouco em quem a gente vai votar, a gente vai ter um futuro melhor para o país”. A frase é de Beatriz Lima, 11 anos, estudante da 5ª série, após visitar o Espaço da Urna no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Se todo mundo conseguir pensar um pouco em quem a gente vai votar, a gente vai ter um futuro melhor para o país”. A frase é de Beatriz Lima, 11 anos, estudante da 5ª série, após visitar o Espaço da Urna no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ela faz parte de um grupo de 15 alunos da Escola Classe 104 Norte que participou hoje da abertura da exposição que conta a história das eleições no Brasil. Organizada pela Seção de Arquivos Especiais do TSE, a exposição mostra quatro modelos de urnas, sendo uma de madeira, uma de lona e dois modelos antigos da urna eletrônica, incluindo a primeira, utilizada em 1996.

Além disso, mostra os títulos eleitorais antigos, as cédulas eleitorais e os diplomas entregues a candidatos eleitos.
Os alunos foram guiados pela historiadora da Seção de Arquivos Especiais Ane Ferrari Cajado que inicialmente explicou, por meio de atividade dinâmica, o significado de eleitor livre; urna segura; apuração confiável; e poder soberano.

Em seguida, ela apresentou cada uma das urnas e o seu contexto histórico desde quando o eleitor tinha que comprovar renda para ter direito ao voto e as mulheres e os escravos não votavam.

De acordo com a historiadora, “o projeto tem o objetivo de contribuir na formação dos novos eleitores”. Por isso, “a exposição utiliza elementos da memória da Justiça Eleitoral como suporte para trazer uma reflexão para esses pequenos eleitores da importância do voto e do valor da democracia”.

Uma das coordenadoras do projeto, Denise Baiocchi Vianna acredita que o programa educativo "é uma forma didática para preparar as crianças como cidadãos".

A diretora-geral do TSE, Patrícia Maria Landi reforça o objetivo ao afirmar que a exposição pretende “desenvolver o eleitor do futuro”. Segundo ela, é a oportunidade de o tribunal se abrir e mostrar como organiza a eleição.

Voto consciente

Ao mostrar o que aprendeu com a exposição, João Pedro Soares, 11 anos, afirmou: “é importante pra fazer a gente pensar. Porque hoje em dia, muitos adultos chegam e pedem: 'convença seu pai a votar em mim'. Isso é errado porque seu pai tem que analisar o que o político está fazendo, pra ele mesmo votar e analisar se ele vai ser uma pessoa legal dentro do Congresso ou onde ele for trabalhar”.

Eleição do representante

Os alunos também assistiram um vídeo de seis minutos que simula uma eleição para representante de turma fazendo analogia aos políticos que representam toda sociedade. Após a explicação didática, eles avaliaram cinco candidatos fictícios e suas respectivas propostas de governo para então depositar na urna de lona seu voto com o candidato escolhido.

Em seguida acompanharam o processo de apuração e divulgação de resultado para, logo depois, votarem na urna eletrônica também em candidatos fictícios.

O professor da turma, Rubens Oliveira, afirmou que as informações transmitidas “com certeza” vão conscientizar os alunos de todo o processo eleitoral que o país está vivendo.

“A participação deles está impressionante, são interessadíssimos pelo tema e querem participar a todo instante”, disse o professor. Ele leciona a disciplina de ética e cidadania.

Agendamento de visitas

A exposição ficará aberta até novembro para alunos da rede pública e privada de ensino de Brasília. Para agendar visita basta entrar em contato com o TSE pelo telefone 3316 3525 ou pelo e-mail centrodememoria@tse.gov.br.
As visitas serão sempre com grupos de 15 alunos.

CM/LF

Extraído da Agência de Notícias do TSE

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Verbas Públicas


  • O que fazer para mudar a realidade brasileira quando se fala de DINHEIRO PÚBLICO?
  • Você concorda que essa imagem pode representar um dos resultados da CORRUPÇÃO?

Ser uma pessoa digna é o caminho inicial para corrigir falhas gritantes nas relações humanas. Eliminar a corrupção talvez seja o maior desafio das novas gerações. Jovem, faça sua parte, você pode até não consertar o mundo, mas irá contribuir de forma decisiva para que retratos como estesejam apenas pesadelo e não uma realidade cruel que marca a ganância de uma parcela da população brasileira e mundial!!!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Projetos Game Superação

7a. A








7a. B

Participantes

Time 1

Anan Carolina,
Bruna
Gabriela
Grabriel Pereira
Ingrid
Vivian
yuri


Time 2

Amanda
Carlos
Gabriel Fernandes
Robert
Tiago
Wendel


Time 3

Bruno
Bruno P.
Charley
Igor
Kaian
João Victor
Pedro
Randolfo

Time 4

Débora
Dhimylee
Diana
Dríade
Joyce
Laryssa
Lucas

7a. D


Time 1

Alcino R. Junior
Marco Aurélio
Paulo Victor
Sirléia
Vivian

Time 2

Caio Ferraz
Everson
Gabriel Evangelista Reciclagem
Guilherme
Yago


Time 3

Arthur Lopes
Felipe sos Santos
Ingrid A. música na escola
Pedro henrique
Raquel Leliz

Time 4

Joào emanuel Camisa do Reggae
Luan Moraes

D

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Atividades - RETRIBUIÇÃO

Após estudarmos o termo “contribuinte” e a relação com as finanças públicas estudaremos agora a recompensa ou reconhecimento por tal contribuição por parte do governo. Nesse sentido responda:

1) O que é retribuição?

2) De que forma o governo se compromete a retribuir?

3) Por que existem as desigualdades sociais?

4) Quais as formas que o governo adotou para compensar as diferenças econômicas que enfrenta grande parcela da população brasileira?

5) Para que a cidadania se exercida , alguns direitos são imprescindíveis. Cite-os

6) O que são direitos civis?

7) O que são direitos políticos?

8) O que são direitos sociais?

9) O que é Democracia participativa?

10) Explique as expressões:

a) iniciativa popular

b) Referendo popular

c) Plebiscito

d) ação popular

11) O que é Lei de Responsabilidade Fiscal e qual sua finalidade?

sábado, 31 de julho de 2010

Atividades sobre Educação Fiscal

Após a interpretação do texto “Quem planta colhe” da cartilha Educação Fiscal, responda:

  1. Qual a função do trabalho?
  2. Contribuir por meio de tributos é tão importante para o cidadão quanto a contribuição que você dá em sua casa. Sabe o por quê?
  3. O que você entende por verbas públicas?
  4. Qual a função do dinheiro público?
  5. O que são serviços públicos?
  6. O que são órgãos públicos?
  7. O que são serviços públicos indiretos?
  8. O que você entende por orçamento público?
  9. Você se considera um contribuinte? Explique sua resposta.
  10. Dê exemplos de alguns tributos e explique cada um.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Bebê que convive com livros vai melhor na escola

Assunto: Bebê que convive com livros vai melhor na escola
Para: amigos
Bebê que convive com livros vai melhor na escola

O Estado de S.Paulo 25 de julho de 2010

Especialistas indicam contato com publicações desde os primeiros meses de vida; ONG vai lançar guia com indicação de 600 títulos


Karina Toledo - O Estado de S.Paulo
Ler para um bebê que ainda não fala nem entende o que é falado pode parecer perda de tempo, mas diversos estudos mostram que, a longo prazo, a prática pode beneficiar o desempenho escolar. Além de adquirir gosto pela leitura, as crianças que têm contato com livros desde o berço chegam ao ensino fundamental com vocabulário mais rico e maior capacidade de compreensão e de manter a atenção nos estudos.

Para ajudar na escolha do título mais adequado para cada idade e no desafio de manter as crianças pequenas entretidas, o Instituto Alfa e Beto (IAB) apresenta na próxima Bienal do Livro de São Paulo a Biblioteca do Bebê. Além de vários livros divididos por faixa etária, o local terá voluntários que ensinarão aos pais técnicas de leitura. As principais dicas estão reunidas em uma cartilha que será distribuída aos visitantes (mais informações nesta página).

"Não se trata de ler um conto de fadas para um bebê com menos de 1 ano. Os primeiros livros devem ter apenas imagens e o tempo para folheá-los deve ser breve", explica David Dickinson, especialista em alfabetização pela Universidade Harvard. Durante a bienal, ele apresentará estudos que relacionam a leitura precoce a um maior desenvolvimento da linguagem.

Uma dessas pesquisas mostra que as crianças de 3 anos que possuem o hábito de leitura em família apresentam, aos 10, desempenho escolar superior ao daquelas que não leem com frequência.

"O importante é ler com regularidade, de preferência todos os dias, e tornar a experiência agradável", afirma Dickinson. Os pais, diz ele, devem usar as imagens do livros como base para iniciar uma conversa com a criança. "Faça perguntas sobre a figura ou sobre a história. Não se limite a ler as palavras e virar a página", explica.

Esculpindo mentes. A interação com os adultos é fundamental para o desenvolvimento da linguagem e o aprendizado se dá pela imitação, diz o presidente do IAB, João Batista Oliveira. "Mas a linguagem oral tem um vocabulário restrito e uma sintaxe simplificada. O livro, por mais simples que seja, obedece as regras da linguagem escrita, que é a mesma que a criança vai encontrar na escola."

Se o vocabulário é o tijolo do pensamento, afirma Oliveira, a sintaxe é a argamassa. "Quanto maior o vocabulário e mais articulada a sintaxe, mais temos sobre o que pensar." Essa maior capacidade de raciocínio e compreensão favorece tanto o desempenho em disciplinas como português e matemática como nas demais.

A capacidade de se manter focada em uma atividade também é beneficiada pelo hábito de leitura, afirma Dickinson. "Quando assistimos à TV ou usamos o computador, a tecnologia prende nossa atenção. Já quando lemos um livro, precisamos fazer esse trabalho sozinhos."

Beatriz Koike, de 3 anos, parece fazer esse trabalho muito bem. "As professoras sempre comentam como ela presta atenção em sala e elogiam sua desenvoltura com as palavras", conta a mãe, Taís Borges.

Beatriz ganhou seu primeiro livro quando ainda estava na barriga de Taís. "Aos 3 meses, comprei um livrinho de plástico para ela brincar na banheira. Depois, um de pano, com texturas diferentes. Aos 2 anos, ela começou a demonstrar interesse em histórias mais complexas." Hoje, a menina tem seu cantinho da leitura com 43 títulos. "Umas três ou quatro vezes por semana leio para ela à noite. Quando não faço, ela me cobra", conta Taís.

O IAB vai lançar na bienal um guia com uma proposta ambiciosa: Os 600 Livros que Toda Criança Deve Ler Antes de Entrar para a Escola. Isso dá uma média de dois livros por semana entre 0 e 6 anos. Quem quiser cumprir a meta não pode perder tempo.

terça-feira, 29 de junho de 2010

A união faz a força - 5ªs séries

0 sinal soa. Azoada é geral. Uma multidão de adolescentes abre passagem, em todas as direções. Em segundos, ocupam o pátio, as quadras e os jardins. O recreio da escola é uma verdadeira festa!
A galera vibra, como se fosse ao encontro do que existe de mais precioso nesse mundo. Certamente, vão, sim, ao encontro do maravilhoso: divertir-se juntos. Existe algo melhor?
Mais que o alívio de deixar as carteiras, temporariamente, porque o corpo pede movimento, reclama liberdade; mais que a alegria da descontração e da brincadeira, é a alegria de fazer tantas coisas juntos.
Brincar é algo para se fazer acompanhado. A garotada sabe disso. Afinal, qual a graça de se divertir sozinho?
Qualquer idéia é bem-vinda. O vozerio ferve. As rodas de bate-papo criam o humor das gargalhadas.
O violão discreto eleva o canto dos adolescentes ao redor das folhagens do jardim. Logo adiante, gritos eufóricos revelam nomes, além de muitas histórias.
 Ei! Aqui, Joana!
 Venha, Bete, pra minha equipe!
Soltam o pingue-pongue. No mesmo segundo, duas filas estão formadas. Cada um aguarda atento sua vez. A contagem de pontos é em voz alta.
 Toma, Lucas, essa é sua!
Bruno pula, lançando a bola no ar. Com a cortada de Lucas, a bola atravessa a rede em linha reta, quicando o chão do campo adversário. Ponto marcado!
 Karine, Sara! Dentro da corda!
O arco da corda é longo para abraçar o grupo compacto de jovens. Os pés parecem levitar, quase sem tocar o chão. Incrível! O movimento coletivo acontece em perfeita sincronia. Uma verdadeira dança tribal. Linda de se ver, ou melhor, linda de viver, pois quem consegue olhar a corda arqueada sem pular?
Do lado oposto, ouve-se outro grito:
 Formem o time! Falta um aqui.
E a bola corre solta. Atrás da bola, a velocidade do corpo, a ginga, o drible. O suor lavando a pele, encharcando a camiseta.
Ninguém ganha sozinho
O jogo envolve parceiros e adversários. Uma disputa pacífica e inteligente. A primeira pergunta a fazer é: "quem está a meu favor?"
Como fala Ciça, a capitã do vôlei, ao correr para a quadra:
 Cadê meu time? Comigo, galeeeera!
Em outras palavras, é preciso saber com quem iremos somar forças, com quem iremos estabelecer a união, agir em comum acordo.
 Cooperar é o melhor caminho.
O diálogo solidário entre os parceiros começa pela cumplicidade do olhar. Além do conhecimento e do preparo técnico, é a união da equipe que favorece o bom desempenho.
Cada jogador assume seu papel, de acordo com o objetivo do jogo. Ocupa um lugar e uma função, cuja finalidade é fortalecer o time. Seja no ataque ou na defesa, ninguém joga sozinho, nem ganha sozinho. Mesmo que alguns se destaquem mais que outros.
Certamente, a vitória caberá à equipe mais unida. Para ganhar a Copa e trazer o Penta, a "família Felipão" deu-nos esse exemplo.
O papel do adversário é, também, importantíssimo. Sabem por que?
Todo ser humano é um potencial a ser revelado. Sempre pode aprender mais, aprimorar suas habilidades. Não é esse seu objetivo na escola?
O adversário desperta a motivação para o jogador ser melhor. Motiva a ação. Estimula o concorrente a pensar mais, a criar novas táticas, a mostrar sua competência. O jogador procura dar mais de si, melhorar a comunicação gestual e verbal, necessária para fazer as coligações com os parceiros.
Assim é na vida.
Os jogos são exemplos bem sucedidos de como viver juntos. Formar parcerias, partilhar talentos, respeitar regras e somar forças para conquistar objetivos.
As regras do jogo

Os jogos contêm regras que orientam o comportamento dos participantes. Os direitos ou as vantagens valem para qualquer jogador. Às vezes, há até juiz para garantir que as regras sejam cumpridas com imparcialidade. O juiz deve marcar as faltas dos jogadores e evitar as agressões.
Viver é compartilhar. As pessoas se aproximam por afinidades ou interesses comuns. Por isso, respeitar as regras sociais é a base para uma convivência harmoniosa.
Conversa entre jogadores:
 Quando eu jogo, defendo meu papel com a maior garra!
 Eu crio táticas para chegar ao alvo rapidinho. Venço o adversário pelo cansaço.
 Eu procuro intimidar o concorrente. Descubro seu ponto fraco para derrubá-lo.
 Qual é cara! Isso não é legal!
 Ô, meu, não se trata de agredir o adversário. Violência não é comigo! Estou falando de talento. Domino as feras sem apelar. Dou meu suor no jogo, numa boa. - celebra o companheiro, com um ar orgulhoso.
Com unidade
 Vamos convidar Cid para conversar conosco?
 Diálogo entre Cid e a professora: Cid, você se considera um cidadão ou apenas um personagem? Ora, sou cidadão em pleno exercício dos meus direitos e deveres. Hum!!! Que consciência de cidadania! Sou cidadão desde o meu Registro de Nascimento. Minha certidão documenta minha existência. A partir dela, entrei para a história da humanidade. Não é legal?
 Maravilhoso. Espero que você tenha êxito em seu trabalho de divulgar a cidadania em Brasília.
 Beleza. No entanto, eu, sozinho, sou apenas um cidadão exercendo meu papel com dignidade. O que você quer dizer com isso, Cid?
 Eu simbolizo uma espécie: a humana. E preciso ser visto dentro do coletivo.
 Entendi. Você não vive sozinho.
 Claro. Já reparou como os animais andam sempre juntos?
 Sim. Na minha quadra tem uma revoada de pombos. Adoro jogar milho pra eles.
 É. Os pássaros voam sempre em bando.
 Alguns voam em pares, como os tucanos.
 Minha cadela pariu cinco filhotes. E os cachorrinhos ficam todos juntinhos, juntinhos, como
 se fossem uma unidade. - comenta Cid.
 Eles se aquecem no calor uns dos outros.
 Os cães são bons companheiros. Reconhecem seus donos.
 São animais inteligentes, Cid. Eles se comunicam por meio de gestos e sons.
 Olho para os meus cães e penso: se eu for tão leal como o mais vira-lata dos cachorros, já
 serei um bom amigo.
 Lindo, Cid! imagine, então, o quanto o ser humano pode ser amoroso e companheiro! O animal se comporta tão bem usando apenas o instinto.
 Significa que ele não precisou aprender isso, não é? - pergunta Cid.
Sim. A inteligência animal está inscrita na memória das células. Já o ser humano tem uma inteligência muito superior. Além do instinto, usa várias linguagens para se comunicar. Tem consciência de si mesmo e dos valores da região onde vive. O comportamento humano precisa ser aprendido.
Grande! Dizem que quem faz um amigo ganha um tesouro. Muitos amigos, então... são uma fortuna! Cid, essa sua preocupação com o coletivo me lembrou o ditado "Uma andorinha não faz verão". Bem lembrado, professora. É preciso que haja um bando reunido para fazer algo acontecer. Fazer aquecer um verão ou florescer uma primavera... Fazer a esperança vencer o medo. E, quem sabe, criar uma sociedade mais solidária. É. Se uma pessoa sozinha já é forte e criativa, imagine o poder de uma multidão. Isto é, de uma comunidade! Basta dividir essa palavra para descobrir seu sentido. Quantas palavras você encontra?
 Com unidade. Comum idade. - Já pensou em Comum unidade? - Peguei a idéia! Significa muita gente buscando uma unidade comum. - conclui Cid.
 Bravo! Comunidade é a reunião de pessoas para realizar objetivos comuns. Trabalham nos mesmos projetos, assumem os mesmos compromissos. Caminham juntas porque sonham juntas.
 Minha quadra é uma comunidade-propõe Luana. - Eu pergunto: por que?
 - Tipo assim, vivemos juntos e somos muito amigos. É verdade. As comunidades podem ter pequeno ou grande número de membros. -A Feira do Guará é outro exemplo. Os feirantes se reúnem no mesmo local, nos mesmos dias e horários da semana. Têm obrigações comuns: pagar a taxa de ocupação, vender suas mercadorias, zelar bem de suas barracas e do ambiente, tratar bem o público visitante e ganhar dinheiro para sustentar a família.
A comunidade favorece a sobrevivência

É prazeroso viver em comunidade. A partilha de idéias traz sabedoria. Vence a idéia mais convincente, que beneficia todo o grupo. E de uma boa convivência grupai, surgem grandes amizades.
Uma comunidade traz em si a riqueza das diferenças. Somos brancos, negros, vermelhos, amarelos e pardos: formamos um arco-íris humano. Somos altos, baixos ou anões: uma composição infinita de biótipos. Alegres ou sérios, ricos ou pobres.
Temos inteligências diferenciadas. Enquanto seu colega é extrovertido, adora cantar e tocar violão, você pode ser tímido, mas é bom no futebol. O outro domina a matemática e a química, e assim por diante.
O que facilita a vida em conjunto é essa diversidade. Já pensou se todos os cães fossem iguais ao seu? Você nem poderia identificá-lo.
Juntos, podemos brincar, ter a companhia e o amor dos amigos. Mas a vida não é apenas uma brincadeira. O trabalho é essencial para a sobrevivência do ser humano. Enquanto você está aqui estudando, alguém trabalha para proporcionar-lhe alimento, serviços médicos e remédios, comprar-lhe vestimentas, pagar-lhe o cineminha...
Você já pensou em quem produziu este livro que está em suas mãos? Os cadernos, lápis e canetas que você usa? Seu uniforme? O ônibus que o leva até a escola? Ou a Kombi? Ou o automóvel que você mais gosta?
Alguém construiu sua escola, sua casa, seu apartamento ou seu barraco. E, certamente, você nem ajudou.
 Oh, quantos objetos usamos diariamente sem pensar sobre eles! - exclama Cid.
 Mas a vida se torna impossível, ou extremamente difícil, sem os mesmos - comenta um aluno.
 Meu maior sonho é que todos os garotos do mundo tivessem tudo isso. - confessa Cid. Participamos de um espaço coletivo, onde cada pessoa domina um certo oficio.
Necessitamos uns dos outros para compartilhar nossas habilidades, trocar os serviços e as mercadorias de que dependemos no dia-a-dia.
Você sabe quem construiu nossa cidade? Talvez você conheça algum pioneiro que ajudou a construí-la.
Imaginem quantos operá¬rios, arquitetos, engenheiros, urbanistas, artistas, professores, administradores foram necessários para construir Brasília, no curto tempo de quatro anos.
"A cidade é uma expressão da necessidade humana de contato, comunicação, organização e troca:

As diversas comunidades humanas formam uma sociedade. Por exemplo, todas as comunidades que vivem no Brasil formam a sociedade brasileira.
Ser cidadão é participar dessa organização social, dando a ela sua própria contribuição.
Quais são seus talentos? Que habilidades você deseja desenvolver? Quais são seus compromissos diários? E suas responsabilidades de estudante? Está consciente de seus deveres e seus direitos de cidadão?
As diferentes habilidades humanas tornam possíveis as ofertas de serviços e de mercadorias.
Enquanto alguns plantam e colhem os alimentos, outros os vendem. Alguns plantam o algodão, outros tecem o fio, outros cultivam o bicho da seda, para produzir novos tipos de tecidos. Algumas indústrias tecem, outras costuram as roupas e os uniformes que usamos. Os pesquisadores desenvolvem as tecnologias, enquanto as indústrias fabricam as máquinas.
Tudo isso significa trabalho. Além de ser gratificante para a pessoa, o trabalho possibilita cuidar da família, pagar o aluguel ou a prestação da casa, o telefone, a conta de luz e água.
A sociedade precisa de normas
Somos membros de uma sociedade complexa. Por isso, os seres humanos dependem de regras e princípios comuns para organizar a convivência grupai. E viver em paz.
 Como as regras de um jogo! - afirma Cid.
As regras estão nos jogos, nas jogadas da vida e na sociedade-acrescenta a professora. Os princípios de comportamento estão em toda parte: em casa, na nossa família, na
escola, nas ruas, em qualquer ambiente por onde andamos.
 Cid, você pode me dar exemplos? - pergunta um aluno.
 Não jogar lixo no chão, pois a escola é de todos. - responde. - Não usar o celular durante as aulas, porque incomoda os colegas e interrompe o raciocínio.
 Tagarelar durante a aula é desrespeito ao trabalho do professor e jfe também perda de oportunidade de aprender. - completa Cid.
 Ótimo, vamos a outro exemplo: se a bicicleta é do colega, você não pode usá-la sem sua autorização. Ir pra casa com ela sem permissão, nem pensar! - lembra a professora.
 É falta de juízo! - brinca um aluno, acenando círculos com o dedo em volta da orelha.
 É preciso ter senso de responsabilidade! - confirma Cid.
 Para conciliar conflitos desse tipo, os seres humanos criaram princípios e valores éticos. - fala a professora.
 Um respeitando o direito do outro. - comenta Cid.
 Temos que adequar o que queremos ao que podemos, não é mesmo? - conclui a mestra.

Os princípios morais são valores criados para disciplinar a convivência e preservar a sociedade. Visam promover o respeito, proteger a integridade dos cidadãos. São valores baseados na tradição e nos costumes. Ou seja, a moral é expressão de uma cultura.
Alguns princípios morais são regidos por lei, por exemplo, não matar, não roubar etc. Esses princípios defendem o direito à vida e à propriedade.
As leis são indispensáveis para proteger os direitos individuais e sociais. E para manter a comunidade unida. Os indivíduos que desobedecem às leis são penalizados, de acordo com a gravidade da falta cometida. Às vezes, ficam presos muitos anos, deslocados da sociedade.
As comunidades devem agir em defesa do bem-estar de todos, mantendo uma postura ética, baseada no respeito.
Os valores morais variam para cada sociedade. Eles existem para defender a sobrevivência dos grupos. Portanto, deveriam ser éticos. No entanto, em nome desses valores, o ser humano faz a guerra, que é a destruição da vida.
A ética nasce na consciência humana. E significa agir com profundo respeito ao semelhante. Aceitar as diferenças sem preconceito, sem discriminar ninguém.
A ética supõe uma atitude de defesa da vida, em todas as instâncias: humana, animal, vegetal, planetária e cósmica.
O comportamento ético representa a máxima evolução da convivência humana.
Cada profissão possui uma ética específica. Na sua opinião, qual será a ética do esporte?
A ética ecológica faz a defesa do meio ambiente. Você sabe que recolher papéis usados e encaminhar para a reciclagem evita a derrubada de centenas de árvores? Pense em quantos anos a natureza levou para gerar uma árvore frondosa. E em quantos segundos podemos destruí-la?
Se você tem dúvidas de como manter um comportamento ético, pergunte-se:
 Minha atitude protege a vida?
 Eu gostaria que alguém fizesse o mesmo comigo?
Cidadania é ser responsável para com seus deveres. Saber conquistar seus direitos. Cidadania é assumir sua dignidade, seu valor de cidadão. E contribuir para o bem-estar coletivo.
 Você está sendo convidado a exercer sua cidadania. - propõe Cid. Exerça a cidadania e fiscalize no dia-a-dia.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

VIOLÊNCIA PELA INTERNET

Glória Tupinambás
Publicação: 31/01/2010


Autoridades ainda não conseguem conter o "ciberbullying", forma de agressão que se utiliza de sites de relacionamento. Brasília é a capital campeã de casos de humilhação repetitiva.

O burburinho ao fundo da sala de aula, a fofoca sempre feita pelas costas e a risada maldosa no canto da boca ganham dimensões cibernéticas quando chegam às redes sociais e aos sites de relacionamento da internet. A agressão, o preconceito e as humilhações que antes ficavam restritos a um pequeno grupo de pessoas agora fogem ao controle até das autoridades e ganham o mundo sob a forma do cyberbullying. Se ainda não ganhou tradução em português, o termo bullying - derivante de "bully", que quer dizer valentão - tem significado forte para os jovens que sofrem a intimidação dos colegas e até de professores.

O assunto é tão sério que se tornou alvo de estatística do IBGE. Três em cada 10 estudantes brasileiros, matriculados no último ano do ensino fundamental, relatam ter sido vítimas dessa humilhação. E Brasília é a capital com o maior índice de casos (35,6%). O segundo lugar é ocupado por Minas Gerais.

Na internet, o fenômeno faz novas vítimas a cada dia e já responde por uma avalanche de processos na Justiça contra empresas virtuais e provedores de sites, como o Orkut, de propriedade da Google Brasil, que abriga cerca de 90% dos conteúdos criminosos investigados recentemente pelo Grupo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal (MPF).

"Pela internet, o potencial de disseminar atos ilícitos é infinitamente maior e ainda há o requinte do anonimato propiciado pela tecnologia", alerta a coordenadora da Promotoria de Combate aos Crimes Cibernéticos do Ministério Público, Vanessa Fusco Nogueira Simões, especialista em cyberbullying. Ela diz que os jovens são mais suscetíveis ao bullying porque estão em fase de afirmação.

Rodrigo (nome fictício), 8 anos, conhece bem os traumas desse tipo de agressão. Em agosto do ano passado, colegas de sala mancharam a reputação do garoto ao criar um falso perfil num site de relacionamentos. "Eles tiraram uma foto minha pelo celular e colocaram meu nome, minha idade e a escola em que estudo na página. Não gosto nem de lembrar o que falaram de mim. Disseram que sou 'mulherzinha' e outras coisas horríveis", contou Rodrigo, ainda muito abalado. Os pais do menino, aluno de um colégio particular de Belo Horizonte, estão movendo uma ação contra a empresa virtual.

Em Brasília, a servidora pública Estela (nome fictício), 31 anos, foi vítima de bullying duas vezes na adolescência. O episódio mais traumático ocorreu quando ela tinha 11 anos. "Um dia comentei que o trabalho do nosso grupo estava uma titica. A palavra virou meu apelido, e se espalhou por toda a escola. Sempre que eu entrava na sala de aula, meus colegas entoavam um coro sussurrando "titica-titica-titica". Na época, ela não conseguiu contar o que se passava nem para os pais. "Quem sofre com o bullying não conta. A confiança que temos nas pessoas é abalada. Se até nossos amigos fazem isso, em quem confiar?", questiona.

Siga a cartilha para combater o ciberbullying
Publicação: 31/01/2010

A coordenadora da Promotoria de Combate aos Crimes Cibernéticos do Ministério Público, Vanessa Fusco Nogueira Simões, especialista em cyberbullying , conta que convênios firmados com a Google do Brasil permitem a retirada imediata da internet de páginas com conteúdo ofensivo que se configurem bullying. É possível manter as provas para identificação dos autores. "Nossos instrumentos legais ainda são frágeis e não há lei específica para o bullying. Mas o fenômeno se enquadra em crimes contra a honra, cuja pena é de um a seis meses de detenção e multa", diz Vanessa.

Denúncias podem ser feitas pelo e-mail crimedigital@@mp.mg.gov.br e, no próximo dia 9, o Ministério Público Estadual deve lançar uma nova versão da cartilha com dicas de navegação segura. A denúncia dos casos de bullying a autoridades competentes, como o Ministério Público, conselhos tutelares e secretarias de educação, é o melhor caminho para o combate a esse tipo de crime, de acordo com o professor do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em educação Cristiano Mauro Assis Gomes. "Ninguém tem domínio sobre as crenças e os valores de uma pessoa, ou seja, é difícil convencê-la a não ser preconceituosa. Mas isso não significa que elas possam assumir comportamentos preconceituosos, humilhando ou maltratando o outro. Por isso, as instituições precisam criar estratégias para diminuir o problema e evitar atitudes que causem constrangimentos e traumas nas pessoas".

O que é bullying?

O bullying é um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos, adotados por um ou mais alunos contra colegas, sem motivação evidente. A agressão moral, verbal e até corporal sofrida pelos alunos provoca dor, angústia e sofrimento na vítima da brincadeira, que pode entrar em depressão.

Formas de maus-tratos

- Físico (bater, chutar, beliscar);
- Verbal (apelidar, xingar, zoar);
- Moral (difamar, caluniar, discriminar);
- Sexual (abusar, assediar, insinuar);
- Psicológico (intimidar, ameaçar, perseguir);
- Material (furtar, roubar, destroçar pertences);
- Virtual (zoar, discriminar, difamar, por meio da internet e celular).

Sinais em vítimas

- Apresenta com freqüência desculpas para faltar às aulas ou indisposições, como dores de cabeça, de estômago, diarréias e vômitos, antes de ir à escola;
- Pede para mudar de sala ou de escola, sem apresentar motivos convincentes;
- Apresenta desmotivação com os estudos, queda do rendimento escolar e dificuldades de concentração e aprendizagem;
- Volta da escola irritado ou triste, machucado, com as roupas ou materiais sujos ou danificados;
- Apresenta aspecto contrariado, deprimido, aflito ou tem medo de voltar sozinho da escola;
- Possui dificuldades de relacionar-se com os colegas e fazer amizades;
- Vive isolado em seu mundo e não quer contato com outras pessoas que não façam parte da família.

O que fazer?

- Observe qualquer mudança no comportamento.
- Estimule para que fale sobre o seu dia a dia na escola.
- Não culpe a criança pela vitimização sofrida.
- Transforme o seu lar num local de refúgio e segurança.
- Ajude a criança a expressar-se com segurança e confiança.
- Valorize os aspectos positivos da criança e converse sobre suas dificuldades pessoais e escolares.
- Procure ajuda psicológica e de profissionais especializados.
- Procure a direção da escola ou ajuda de um conselho tutelar.
Fonte: Centro Multiprofissional de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar. (Cemeobes)

Atenção Alunos:

Após a leitura e interpretar do Texto, copiar e responder em seus cadernos as questões propostas abaixo.

1. O que é ciberbullying?
2. Você já foi vítima de ciberbullying? Explique
3. O que é bullying?
4. Você já foi vítima de bullying? Explique
5. Você conhece algum amigo(a) que foi vítima de ciberbullying? E qual foi o seu comportamento para auxiliá-lo?
6. Você conhece algum amigo(a) que foi vítima de bullying? E qual foi o seu comportamento para auxiliá-lo?
7. Quais as empresas virtuais e provedores de sites onde ocorrem essas práticas perniciosas?
8. Qual o órgão do Ministério Público responsável em combater o ciberbullying?
9. Em sua opinião o que mais atormenta as crianças e adolescentes, o bullying ou o ciberbullying? Explique (para debate em sala)
10. Quais são as Formas em que se apresentam?
11. Como identificar os possíveis sinais que surgem nas vítimas?
12. O que fazer, em sua opinião, para reverter o quadro?
13. Em sua sala há casos de bullying ou ciberbullying? Em caso afirmativo conversem em separado com o seu professor para que providências sejam tomadas.

Obs.:
• O professor irá cobrar a tarefa na próxima aula.
• A atividade faz parte da avaliação do 2º Bimestre.
• Todos deverão copiar em seus cadernos, perguntas e respostas.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Atenção alunos da 7ªs séries !!!

Para todos os times das 7ªs.

As atividade abaixo deverão ser entregues no período de 7 a 11 de junho.


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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Atenção alunos das 5ªs


Amiguinhos e Amiguinhas!!! Vocês estão lembrados dos capítulos abaixo?

Trata-se do livro "Um MUNDO MELHOR para todos", de Fernando Carraro, o qual foi lido e comentado em sala de aula. Agora chegou a sua vez de mostrar que participou dando sua opinião, discutindo, questionando.

  1. O dia que meu pai chorou
  2. O Anjo bom do Brasil
  3. A tranformação de Thiago
  4. Uma luz no fim do túnel
  5. Consumo e consumismo
  6. Trabalho Infantil
  7. Terr, nossa morada
  8. Temos muito que aprender
  9. Realidade brasileira
  10. Rafael questiona o pai
  11. As reflexões de renata
  12. Diogo entrevista o tio
  13. O testemunho

Sobre a nossa Verificação (5ªs séries)


Eis um breve resumo de cada capítulo do livro "
Um MUNDO MELHOR para todos".

Capítulo 1: O dia que meu pai chorou

Tudo começou com numa noite quando o pai de Isabela, muito preocupado, pois tinha perdido o emprego e conversava com sua esposa na cozinha.
Isabela tomou logo uma decisão!!! assumiu que iria ajudar seu pai, controlando os gastos da família!!!



Capítulo 2: O Anjo bom do Brasil

Estudando o Gênero textual biografia, vimos a história de uma pessoa que dedicara toda sua vida a fazer o bem ao próximo. Considerada o Anjo Bom da Bahia, também chamada de Mãe dos Pobres, a santa da Bahia e a Mãe da Bahia.
Irmã Dulce era feliz. Sempre procurou atender aos mais necessitados. Daí tiramos uma grande lição: a felicidade, na maioria das vezes, está mais dentro de nós do que nos bens materiais fora de nós.



Capítulo 3: A tranformação de Thiago

Impressionado com a história de Irmã Dulce, Thiago diz: agora sei que preciso fazer alguma coisa pelo planeta e pelas pessoas que o habitam...

Assim, Thiago começa mobilizar-se após entender a necessidade e a importância da palavra
solidariedade.

Capítulo 4: Uma luz no fim do túnel

Entenda o sentido figurado da expressão. Assim, podemos dizer que você encontrou uma solução para um problema. Que ainda há uma esperança. É como se você estivesse dentro de um túnel, perdido na escuridão, de repende você enxerga uma luz, a luz mostra que você encontrou a saída.
Os jovens estavam felizes e realizados. O exemplo de Irmã Dulce, fez com que houvesse mudança de atitude de alguns colegas e a vontade de ajudar o próximo.

Capítulo 5: Consumo e consumismo

Eis a importante pergunta: que tipo de mundo seria melhor para todos? Até que ponto a competição é saudável e traz progresso.
E a questão do individualismo, do consumismo. Quanto aos recursos naturais, como estão sendo usados? De que forma? Como estamos vendo hoje a relação do homem com o meio ambiente podemos questionar: como viverão as pessoas no futuro?
Queridos alunos: estas duas palavras são muitíssimo importantes. - Consumo e Consumismo. Então está na hora de você responder a diferença entre consumo e consumismo.
Você verifica que o consumismo é o tempo todo estimulado pelos meios de comunicação! Quando você liga a TV, o rádio, lê uma revista, um jornal, vai ao cinema, tenha certeza que lá estão os comerciais incentivando, ou melhor, quase intimando a consumir, a comprar, comprar e comprar!!!
Então você já compreendeu!!! Ao acompanhar seus pais num supermercado, num shopping, veja lá!!! Lembre-se da palavrinha consumismo e seu significado!!!

Capítulo 6: Trabalho Infantil

Crianças vocês já sabem que o trabalho infantil é proibido por lei. entendem também que as crianças que trabalham não tem tempo nem condições de frequentar a escola ou mesmo brincar. É claro que vocês também entendem que criança trabalhando só representa lucro para os patrões inescrupulosos, exploradores e insensíveis e que o resultado dessa prática é um aumento na pobreza de quem já é absurdamente explorado.
Lembram-se que a Organização Mundial do Trabalho (OIT) estima que no mundo existem cerca de 250 milhões de crianças e adolescentes desenvolvendo algum tio de trabalho e que no Brasil são cerca de 5 milhões. Não seja você um deles!!! Olhe lá heim!!!
Ah!!! no Brasil, o principal órgão que cuida desse assunto é o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI).

Capítulo 7: Terra, nossa morada

- A Terra, visto lá de cima como os astronautas a veem, parece ser um planeta muito belo, semelhante a uma jóia de rara beleza na imensidão do universo. É importante que cuidemos dela com todo carinho.
- Então!!! você está fazendo a sua parte?
Vocês já verificaram que estão queimando e derrubando as florestas para transformá-las em áreas de pastagens e plantações de soja.
E a poluição da atmosfera, dos rios, dos lagos e oceanos?
Será que o ser humano não está levando tão à sério a responsabilidade de cuidar de sua morada?

Capítulo 8: Temos muito que aprender

Para que a Terra continue habitável, temos muito que fazer. E para começar, precisamos aprender a respeitá-la.
Queimadas, desmatamentos, uso predatório de recursos naturais não podem continuar ocorrendo.
Crianças! a todo custo temos que aprender a dizer não ao desperdício de água, de alimentos, de recursos naturais... Faça sua parte!!!
Será que somente daremos importância a esses recursos quando vierem a faltar?

É imprescindível aprender a viver em harmonia com a mãe natureza.

Capítulo 9: Realidade brasileira

Crianças! a educação é algo que gera compreensão da realidade brasileira e instrumentaliza o homem, tornando-o cidadão com consciência plena. Assim, entenderá melhor o mecanismo de dominação de uma minoria abastada sobre uma maioria desprovida das necessidades mais básicas para o seu desenvolvimento.

Vocês já imaginaram como se apresenta a realidade educacional brasileira?
- E você!!! faz a sua parte em sala de aula? Como aluno(a), você está realmente empenhado em ter um futuro promissor?
Vocês também estão conscientes de que a educação leva a compreensão dos mecanismos de dominação. Das falsas ideias apregoadas pela classe dominante!

Capítulo 10: Rafael questiona o pai

As colocações de Rafael foram interessantes. Em princípio questiona o pai sobre a Globalização. Caracterizando a globalização com a velocidade da informação pelo mundo e o barateamento das informações, Rafael entende que o mundo se tornou pequeno.
Rafael questiona o pai se ele conhece todos os operários da sua empresa? Sabe onde moram, quantos filhos tem, se estão bem de saúde? Se o que ganham está dando para viver?
Também fala de alguns trabalhadores apelidados de invisíveis ou sombras.

Capítulo 11: As reflexões de Renata

Já Renata fala sobre a segurança no trabalho.
Diz: será que as pessoas estão bem protegidas quando aos equipamentos de segurança? Assim, continua, os andaimes em que ficam pendurados são mesmo bem seguros?
Entende que os trabalhadores da construção civil precisam ter equipamentos de segurança. Sabe que há leis rígidas e multas pesadas para quem não as cumpre.

Capítulo 12: Diogo entrevista o tio

Diogo, preocupado com o desmatamento das florestas, as quais cedem lugar às imensas plantações de soja e à criação de gado.
Lembra que existem leis que regulam a ocupação do solo e para evitar o desmatamento descontrolado e prejudicial à natureza.
Diogo questiona sobre grandes áreas foram desmatadas para o plantio de soja.
Não esquece Diogo de falar sobre o Movimento dos Sem-Terra (MST). Lembra que a maioria dessas pessoas quer trabalhar no campo porque perdeu seus empregos nas cidades. Lembra também do trabalho escravo, que é uma prática muito combatida mas, que ainda há um grande número de trabalhadores exercendo atividades caracterizadas como trabalho escravo.

Capítulo 13: O testemunho

Neste capítulo o pai de Isabela revela que a vida da sua família teve uma grande mudança. Disse que graças aos esforços de Isabela conseguiu dar a volta por cima, através da demonstração de amor e coragem que ela deu à família.


Crianças e vocês!!!! estão dispostas a colaborarem com seus pais a exemplo de Isabela?
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Abraços à todos!!!
Prof. Rubens Oliveira

terça-feira, 1 de junho de 2010

Olá Amiguinhos e Amiguinhas das 5as.


Vocês estão lembrados da discussão sobre a Origem da carne?

Lembram-se que alguns agro-pecuaristas desmatam para criar zonas de pastagens? Pois é, o MPF (Ministério Público Federal) lançou a campanha
Carne Legal.

Aproveitem e assistam todos os vídeos!!!


O Ministério Público Federal e outros órgãos de fiscalização estão trabalhando para reverter o desmatamento na Amazônia com uma série de medidas para fiscalizar e punir fazendas e frigoríficos que não obedecem à legislação ambiental, fundiária, social e trabalhista. Clique para ler mais ...


A Carne Legal é a que vem do gado criado em fazendas legalizadas dos pontos de vista ambiental, social, trabalhista e fundiário. Até 2009, quase todo o gado criado na Amazônia não observava nenhuma dessas exigências legais. Clique para saber mais ...



Derrubar a mata para transformar a área em pasto é mais barato que investir no aumento da produtividade das pastagens que já existem. Segundo pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o custo de derrubar a floresta e formar um hectare de pasto é de R$ 800, ao passo que, para aumentar a produtividade de uma área semelhante, seria preciso investir R$ 1.200. Clique para saber mais ...


Compromissos do MPF

O MPF vai ser parceiro de todos que queiram se regularizar, mas vai exercer a atribuição de fiscalizar, com o rigor da lei, os que se recusarem a entrar na legalidade. Grandes e pequenas empresas terão que se adequar às regras ambientais e sociais: não podem mais comprar de fazendas que não estejam cadastradas e licenciadas, que explorem trabalho escravo, que desmatem ilegalmente ou estejam invadindo terras públicas.


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Crianças!!! então vocês já sabem!!!

Fale com a mamãe para verificar a origem da carne que ela compra!!